Levando no cu para pagar a dívida de poquer
Eu achei que sabia jogar, mas quando perdi mais do que podia pagar, meu cuzinho era a única coisa que ele queria receber.
Quem me vê no dia a dia não imagina as merdas em que me meto. Tenho vinte e nove anos, atendo por Renata e carrego aquele típico corpo de brasileira que chama atenção sem muito esforço: coxas grossas e firmes, rabo empinado e peitos médios e redondos. Naquela noite de sexta, me arrumei achando que ia dar um golpe de sorte: vesti um tubinho de malha canelada preta colado no corpo, bem curto, e por baixo uma calcinha de renda vermelha fio dental, mínima, quase sumindo no meio da minha bunda. Meu cabelo castanho escuro, longo e ondulado até o meio das costas, tava preso num coque alto meio frouxo, deixando o pescoço todo à mostra. A ideia era me infiltrar numa mesa clandestina de pôquer que rolava num sobrado na Vila Madalena e sair de lá com o bolso cheio de grana fácil.
Pura ilusão. Dei de cara com uma mesa pesada de marmanjos experientes, e o dono da banca, o Marcos — um quarentão de barba rala, braço fechado de tatuagem, camisa social preta entreaberta no peito e um cheiro forte de perfume importado com fumo —, sacou meu jogo na primeira rodada. Fui me empolgando com os copos de whisky, dobrei aposta onde não devia e tentei blefar no *river* achando que ele ia correr. Marcos só abriu um sorriso de lado, desceu uma trinca de ases na mesa e puxou as fichas. Minha conta deu quase quatro mil reais. Quando tentei abrir o aplicativo do banco com a mão tremendo e ele viu meu saldo zerado, o clima mudou na hora.
Ele não fez escândalo na frente dos outros. Só pegou no meu braço com firmeza, me dizendo que a gente iria conversar no escritório dos fundos. O ar-condicionado tava gelando o ambiente, mas eu eu estava tremendo de nervosismo.
— Você não tem um puto na conta, né, gracinha? — ele falou baixo, parando na minha frente e tirando o cinto da calça sem pressa. — Sabia onde tava se metendo. Agora vai acertar essa mesa aqui mesmo.
Ele puxou uma cadeira de couro giratória, apontou para o encosto e deu a ordem com uma frieza que me fez arrepiar até a espinha:
— Vira de frente pro encosto, abaixa esse vestido, tira essa calcinha e joga no chão. Agora.
Se preferir, podemos resolver de outra forma... Eu já tinha escutado muitas histórias do que acontecia com pessoas que não pagavam suas dívidas de jogo.
Minhas pernas tremiam, mas eu não tinha escolha. Segurei a barra do vestido de malha, puxei até a cintura e enfiei os dedos por baixo do elástico da renda vermelha.
Joguei a calcinha no chão e apoiei as duas mãos no encosto da cadeira, empinando o rabo pelado bem na direção dele.
Marcos não perdeu tempo com carinho. Ele deu um passo à frente, encostou a barriga quente nas minhas costas e desceu a mão pesada na minha virilha, enfiando dois dedos inteiros na minha buceta.Ele brincou um pouquinho com ela, até começar a sentir que eu tinha relaxado, antes de pegar uma camisinha do bolso.
Em seguida, espalhou alguma coisa fria que eu acho ser lubrificante direto na entrada do meu cu, esfregando o polegar com força no meu buraquinho apertado. Meu rabinho piscava, de medo... e, não vou negar, de um pouco de tesão.
— Vai ser aqui — ele murmurou no meu ouvido, segurando meu quadril com as duas mãos enquanto encostava a cabeça da rola grossa bem na pressão do meu cu.
A pica dele estava dura que nem um tronco, pulsando contra a minha pele suada. Senti a cabeçona fazer pressão contra meu anelzinho, que começou a arder só de encostar. Sem aviso e sem frescura, ele empurrou o quadril para frente.
O ar sumiu dos meus pulmões. O meu cuzinho foi sendo rasgado e aberto devagar, a cabeça do pau dele abrindo caminho à força enquanto eu soltava um gemido abafado, mordendo o lábio até quase sangrar.
— Abre essa bunda, Renata... relaxa que você vai pagar cada centavo — ele rosnou, enterrando mais dois centímetros daquele pau imenso.
Foi entrando num misto de queimação insana com uma pressão deliciosa que desceu direto pro meu útero. Quando o cacete entrou todo, até os pentelhos dele encostarem nas minhas nádegas, parecia que eu estava entupida de carne. Ele parou por cinco segundos para o meu cu acostumar com o estrago, segurou com força na minha cintura e começou o movimento de vai e vem: puxava quase tudo para fora e socava de volta sem dó, num ritmo seco e pesado.
O barulho da pele dele batendo no meu rabo ecoava pelo escritório silencioso. Cada estocada funda empurrava meu corpo contra a cadeira, fazendo meu corpo estremecer. A sensação daquela rola grossa comendo meu cu com força foi me enlouquecendo; minha buceta estava molhada de tesão... Eu não conseguia fechar a boca, só gemia alto, implorando sem palavras para ele não parar.
— Olha como engole essa porra... parece que tava querendo tomar no cu desde que sentou na mesa — ele falava rente à minha nuca, puxando meu cabelo para trás para me fazer arquear a coluna e abrir ainda mais o rabo.
O ritmo foi ficando violento. Ele socava a pica no fundo do meu buraquinho, esticando as bordas do meu cu até o limite. As minhas pernas começaram a tremer descontroladas, minha xota contraía, enquanto ele continuava arrombando meu cu sem piedade.
Sentindo que eu havia me entregado, ele começou a meter ainda mais forte, me fazendo gritar e gozar, meus gemidos mais de prazer do que de dor.
Me comendo com ainda mais força, ele avisou que estava gozando e cravou a piroca com tudo no meu cuzinho várias vezes, seu pau tão duro que parecia que estava me partindo ao meio.
Quando ele puxou a rola para fora, meu cuzinho ardeu, estava latejando, meu corpo estava todo suado e minhas pernas tremiam tanto que só consegui me ajoelhar no chão.
— A dívida tá paga. Mas se quiser apostar de novo semana que vem, a mesa tá aberta.
Pura ilusão. Dei de cara com uma mesa pesada de marmanjos experientes, e o dono da banca, o Marcos — um quarentão de barba rala, braço fechado de tatuagem, camisa social preta entreaberta no peito e um cheiro forte de perfume importado com fumo —, sacou meu jogo na primeira rodada. Fui me empolgando com os copos de whisky, dobrei aposta onde não devia e tentei blefar no *river* achando que ele ia correr. Marcos só abriu um sorriso de lado, desceu uma trinca de ases na mesa e puxou as fichas. Minha conta deu quase quatro mil reais. Quando tentei abrir o aplicativo do banco com a mão tremendo e ele viu meu saldo zerado, o clima mudou na hora.
Ele não fez escândalo na frente dos outros. Só pegou no meu braço com firmeza, me dizendo que a gente iria conversar no escritório dos fundos. O ar-condicionado tava gelando o ambiente, mas eu eu estava tremendo de nervosismo.
— Você não tem um puto na conta, né, gracinha? — ele falou baixo, parando na minha frente e tirando o cinto da calça sem pressa. — Sabia onde tava se metendo. Agora vai acertar essa mesa aqui mesmo.
Ele puxou uma cadeira de couro giratória, apontou para o encosto e deu a ordem com uma frieza que me fez arrepiar até a espinha:
— Vira de frente pro encosto, abaixa esse vestido, tira essa calcinha e joga no chão. Agora.
Se preferir, podemos resolver de outra forma... Eu já tinha escutado muitas histórias do que acontecia com pessoas que não pagavam suas dívidas de jogo.
Minhas pernas tremiam, mas eu não tinha escolha. Segurei a barra do vestido de malha, puxei até a cintura e enfiei os dedos por baixo do elástico da renda vermelha.
Joguei a calcinha no chão e apoiei as duas mãos no encosto da cadeira, empinando o rabo pelado bem na direção dele.
Marcos não perdeu tempo com carinho. Ele deu um passo à frente, encostou a barriga quente nas minhas costas e desceu a mão pesada na minha virilha, enfiando dois dedos inteiros na minha buceta.Ele brincou um pouquinho com ela, até começar a sentir que eu tinha relaxado, antes de pegar uma camisinha do bolso.
Em seguida, espalhou alguma coisa fria que eu acho ser lubrificante direto na entrada do meu cu, esfregando o polegar com força no meu buraquinho apertado. Meu rabinho piscava, de medo... e, não vou negar, de um pouco de tesão.
— Vai ser aqui — ele murmurou no meu ouvido, segurando meu quadril com as duas mãos enquanto encostava a cabeça da rola grossa bem na pressão do meu cu.
A pica dele estava dura que nem um tronco, pulsando contra a minha pele suada. Senti a cabeçona fazer pressão contra meu anelzinho, que começou a arder só de encostar. Sem aviso e sem frescura, ele empurrou o quadril para frente.
O ar sumiu dos meus pulmões. O meu cuzinho foi sendo rasgado e aberto devagar, a cabeça do pau dele abrindo caminho à força enquanto eu soltava um gemido abafado, mordendo o lábio até quase sangrar.
— Abre essa bunda, Renata... relaxa que você vai pagar cada centavo — ele rosnou, enterrando mais dois centímetros daquele pau imenso.
Foi entrando num misto de queimação insana com uma pressão deliciosa que desceu direto pro meu útero. Quando o cacete entrou todo, até os pentelhos dele encostarem nas minhas nádegas, parecia que eu estava entupida de carne. Ele parou por cinco segundos para o meu cu acostumar com o estrago, segurou com força na minha cintura e começou o movimento de vai e vem: puxava quase tudo para fora e socava de volta sem dó, num ritmo seco e pesado.
O barulho da pele dele batendo no meu rabo ecoava pelo escritório silencioso. Cada estocada funda empurrava meu corpo contra a cadeira, fazendo meu corpo estremecer. A sensação daquela rola grossa comendo meu cu com força foi me enlouquecendo; minha buceta estava molhada de tesão... Eu não conseguia fechar a boca, só gemia alto, implorando sem palavras para ele não parar.
— Olha como engole essa porra... parece que tava querendo tomar no cu desde que sentou na mesa — ele falava rente à minha nuca, puxando meu cabelo para trás para me fazer arquear a coluna e abrir ainda mais o rabo.
O ritmo foi ficando violento. Ele socava a pica no fundo do meu buraquinho, esticando as bordas do meu cu até o limite. As minhas pernas começaram a tremer descontroladas, minha xota contraía, enquanto ele continuava arrombando meu cu sem piedade.
Sentindo que eu havia me entregado, ele começou a meter ainda mais forte, me fazendo gritar e gozar, meus gemidos mais de prazer do que de dor.
Me comendo com ainda mais força, ele avisou que estava gozando e cravou a piroca com tudo no meu cuzinho várias vezes, seu pau tão duro que parecia que estava me partindo ao meio.
Quando ele puxou a rola para fora, meu cuzinho ardeu, estava latejando, meu corpo estava todo suado e minhas pernas tremiam tanto que só consegui me ajoelhar no chão.
— A dívida tá paga. Mas se quiser apostar de novo semana que vem, a mesa tá aberta.
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Um desconhecido arrombou meu cuzinho no banco da praça
O namorado da minha irmã me comeu pra eu me vingar dela
Rapariga arrependida, tentei ser puta, mas levei tanta varada que não aguentei
Dando para o chefe para ser promovida
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