Executiva em escritório noturno olha sedutoramente, puxando jeans e revelando lingerie.

Dando para o chefe para ser promovida

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Eu queria aquela promoção a qualquer custo e sabia que nenhum colega do setor tinha o que eu tinha a oferecer. Tomei coragem, fui até a sala do meu chefe e fiz uma proposta indecorosa. Fiquei de joelhos, dei o meu melhor, mas ele queria mais: me jogou de quatro no sofá do escritório e me fodeu sem dó, me tomando com força bruta enquanto ouvíamos os estalos ecoarem pela empresa vazia. Eu só tinha uma certeza entre um gemido alto e outro: aquele cargo já era meu.
Chupar o pau do meu chefe era a última coisa que eu teria imaginado que teria que fazer quando aceitei o emprego. Mesmo assim, lá estava eu ajoelhada na frente dele, meus cabelos castanhos escondendo meu rosto, enquanto minha boca engolia a piroca dele.

Quando a promoção para líder de equipe, com todos os seus benefícios foi anunciada, todo mundo enlouqueceu para tentar ser o escolhido.
Eu sabia que tinha gente mais qualificada do que eu, mas tinha certeza que ninguém no setor era mais safada... que ninguém mais estaria disposto a ir aos limites para crescer na profissão, por isso tomei coragem e fiz uma proposta indecorosa para ele..

Com vinte e sete anos e um corpo malhado, eu faço tudo o que posso para cuidar da minha aparência, faço esporte todos os dias para manter minha bunda sempre durinha, então sabia que ele sendo um tarado, não iria recusar minha oferta.

Por isso, lá estava eu, com minha boca quente subindo e descendo naquele cacete duro, enquanto ele me segurava pelos cabelos e bombeava na minha garganta.


De repente, ele se afastou e me puxou pelos cabelos, me levantando do chão de uma vez. O olhar dele era puro desejo; eu sempre gostei de um homem dominador, mas minha ideia era chupar ele, não dar para ele.

— Fica de quatro no sofá. Agora! — ele ordenou, arfando pesado.

Eu pensei em protestar, mas o que mais poderia dizer naquela hora? Eu podia ver no rosto dele que ele estava dominado pelo tesão... Não sei o que ele teria feito se eu recusasse.

"Só promete que a promoção é minha!" Falei, com voz sensual enquanto puxava minha calça jeans para baixo junto com a calcinha fio dental, deixando minha bunda grande completamente nua, exposta para ele. Eu estava de sandália, então em segundos a parte de baixo da minha roupa estava no chão.

"Se você fizer tudo o que eu mandar." Ele veio para trás de mim, enquanto eu obedecia e ficava de quatro, apoiando minha barriga no encosto lateral do sofá e expondo meu corpo para aquele olhar ávido.

Senti uma das mãos grossas dele agarrando minhas nádegas, enquanto a outra começou a tocar minha buceta, abrindo meus lábios para facilitar a penetração. Sem dó nem piedade, ele empurrou de uma vez só.

— Aiiiii, cacete! — gemi alto, fincando as unhas no couro do sofá.

A rola dele entrou rasgando, abrindo a minha buceta que ainda estava começando a lubrificar. Ele começou a me foder com força, num ritmo mecânico, bruto e rápido. A cada metida, o corpo dele batia no meu rabo com um estalo alto que ecoava pela sala vazia da empresa.

— Você quer esse cargo, não quer? Hein, sua piranha? — ele rosnou, segurando minha cintura com tanta força que com certeza deixaria marcas de dedos.

— Quero... hummm... sim, chefe! Me fode... mete essa pica com força na minha buceta! — eu gritava, sem vergonha nenhuma, rebolando para trás a cada estocada para sentir a rola entrar ainda mais fundo.

A sensação do pau dele preenchendo cada centímetro da minha xotinha começou a me levar ao delírio. Ele mudou o ângulo, puxando uma das minhas pernas para o lado para escancarar ainda mais a minha buceta. A pica dele entrava e saía fazendo um barulho molhado que qualquer pessoa que passasse pelo corredor iria ouvir.

Eu não sei como ele conseguia aguentar aquele ritmo constante, quase como uma máquina, mas o pau dele entrando e saindo da minha buceta estava me deixando cada vez mais louca. Fazia tempo que eu não levava tanta rola assim.

Eu estava prestes a explodir. Sentia minha xota contraindo involuntariamente ao redor da piroca dele, totalmente dominada pelo tesão.

— Eu vou gozar... meu Deus, eu vou gozar na sua pica! — gritei, sentindo o prazer me dominar.

— Toma essa piroca, sua vadia! — ele urrou, me comendo com ainda mais força, enquanto seu pau parecia crescer dentro de mim.

Eu só percebi que ele estava gozando, quando senti a porra quente dele dentro da minha vagina, pois ele não desacelerou as metidas por nenhum segundo.

Quando ele terminou, fiquei parada por alguns segundos, com as pernas bambas, a buceta ardendo e cheia de porra. Me levantei devagar, ajeitei meu cabelo bagunçado e limpei um pouco do excesso de leite do meio das minhas pernas com o lenço de papel da mesa dele.

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