borracheiro malvado arrebentou minha bundinha
Ele não queria dinheiro, só queria me comer... O que mais eu poderia ter feito?
Peguei o carro da minha mãe sem pedir, convencida de que seria uma noite divertida, com as amigas, sem maiores complicações. Porém, o som agudo e seco de algo se despedaçando sob o carro foi o primeiro sinal de que o destino tinha outros planos para mim. O pneu estava furado, e ali, perdida no meio da estrada deserta, eu senti o peso do medo me envolvendo. Continuei dirigindo lentamente, o carro balançando de forma incômoda a cada quilômetro. Então, ao longe, uma placa enferrujada surgiu. Borracharia, 24 horas. Um misto de alívio e desconfiança me preencheu. O letreiro piscava fracamente, como se há muito tempo estivesse esquecido. A fachada do lugar era velha, com marcas de abandono, mas eu não tinha outra escolha. Parei o carro, e antes de sair, respirei fundo, tentando acalmar o coração acelerado. Desci do carro, e a brisa gélida da madrugada acariciou minha pele, revelando a leveza do meu vestido, que parecia se agarrar a cada curva do meu corpo. O tecido fino balançava com o vento, desenhando a silhueta das minhas pernas longas e firmes. Meus dedos trêmulos seguraram o casaco contra o corpo, mas não era apenas o frio que fazia meus músculos se contraírem. – Alô? Tem alguém aí? – Component placement. Minha voz suave cortou o silêncio da noite. Só o eco distante respondeu. O lugar parecia morto. Com passos hesitantes, me aproximei da porta de lata, tocando-a com uma mistura de esperança e desespero. O metal gelado sob meus dedos fez meu corpo estremecer, e o som da batida ecoou, rouco e vazio. Comecei a bater mais forte, minha paciência se esvaindo junto com a segurança que eu tentava manter. Quando já estava prestes a desistir, uma luz suave se acendeu de uma porta lateral que eu não tinha percebido. Minha respiração parou por um instante. Uma silhueta masculina apareceu à porta. Ele era alto, ombros largos preenchendo o vão como uma presença imponente. O reflexo da luz projetava sombras que delineavam seu corpo musculoso de forma quase hipnótica. Seus cabelos escuros estavam bagunçados, como se ele tivesse acabado de sair de um sono profundo. E sua barba serrada conferia um ar de selvageria contida. Quando seus olhos me encontraram, senti algo percorrer minha espinha. Um misto de temor e algo mais. Algo que eu não conseguia nomear. A borracharia está fechada. Volto amanhã. Ele falou com uma voz rouca, fechando a porta. Eu me joguei contra a porta que fechava para impedir que ele me ignorasse. Por um segundo pensei que ele iria me esmagar contra o batente, mas felizmente ele segurou a porta e me olhou com cara de enfado, apontando uma chave inglesa para o meu rosto. Tentei argumentar e explicar que precisava de ajuda, que a minha mãe iria me matar se soubesse que eu havia pegado o carro. Mas ele estava irredutível, não queria nem saber de me ajudar. Eu ofereci meu telefone, ofereci dinheiro, mas ele falou que não iria abrir a borracharia tão tarde assim. Só tem uma coisa que você pode me dar para me convencer, que era o seu rabinho de patricinha vagabunda. Por um segundo, pensei que ele estava brincando, mas seu sorriso malvado não deixava lugar a dúvidas. Mandei ele se ferrar, mas ele apenas assinou com a chave inglesa para o meu carro. Quero voltar para a cama, vai embora e para de me encher o saco. Sem nenhuma outra alternativa, aceitei sua proposta indecente. Era isso ou teria que decepcionar a minha mãe de novo? Ele mandou eu ficar de quatro no sofá enquanto pegava uma camisinha na carteira. O lugar era sujo, cheio de pneus velhos, e o sofá estava cheio de pelos de cachorro. Mas obedeci, meu coração batendo forte enquanto ele se aproximava. Quando olhei para trás, ele havia tirado a parte debaixo da roupa e já estava apontando uma piroca cheia de veias para a minha bunda. Senti suas mãos nas minhas costas e ele levantou meu vestido, baixando minha calcinha até o meio das minhas pernas. Minha sorte foi que a camisinha estava bem lubrificada, pois ele segurou a minha cintura e começou a forçar a entrada do meu cozinho apertado, suas mãos fortes me puxando para trás. Doia pra caralho, muito mais do que eu esperava. Eu já tinha dado a bunda várias vezes para os meus últimos namorados e até gosto de fazer anal de vez em quando, mas o pau dele era grosso e eu não estava tão encerrada. Mas eu sabia que se não relaxasse seria muito pior, então coloquei uma mão no meio das minhas pernas e comecei a tocar meu grelo com o meu dedinho. Ele me apertava forte, bem como eu gosto, mas aquele pau estava me rasgando por dentro. O filho da puta queria ajudar o meu rabinho. Quando eu tentava me mexer para não deixar entrar tudo, ele segurava meus quadros com força. Eu sentia as pernas peludas na parte de trás das minhas coxas. As bolas dele batendo na minha bunda enquanto ele socava fundo no meu rabo. Tentei começar a rebolar para ver se ele gozava de uma vez, pois não aguentava mais levar pirocada na bunda, mas ele continuava metendo sem parar. Infelizmente deu certo, ele acelerou os movimentos e sou experiente o suficiente para saber que ele estava quase gozando, mesmo que estivesse doendo, estava quase terminando. Acelerei também os movimentos no meu critório e esperei que ele gozasse no meu cozinho de patricina. Ele deu um tapa na minha bunda antes de tirar a piroca do meu rabo. Esse cozinho é maravilhoso, vou arrumar o pneu para você ir embora, mas sempre que quiser, volta aqui que te como de novo e arrebento a sua rodinha.
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Cheguei da balada bêbada e meu vizinho me comeu no sofá dele
Fui Pega de Jeito pelo Meu Cunhado no balcão da cozinha
Assaltaram o restaurante e me trancaram pelada no armário com meu chefe
Traída pelo Marido, Fodida no Beco pelo Desconhecido
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