Mulher de cabelos pretos e ondulados em roupão de cetim vermelho, segurando uma xícara em uma cozinha aconchegante.

Fui Pega de Jeito pelo Meu Cunhado no balcão da cozinha

Feminina | cunhado, traição, cozinha
Meu marido bebeu muito e eu aproveitei pra dar pro meu cunhado.
Sempre fui do tipo de mulher que atrai olhares sem fazer muito esforço, e aos trinta e cinco anos aprendi a usar isso a meu favor. Me chamo Renata. Tenho aquele corpo bem gordinho gostoso que os homens babam na rua: pernas grossas, quadril largo e um rabo enorme que desenha certinho em qualquer tecido. Meus peitos são gigantes, naturais e fartos, do tipo que pesa na mão e chama atenção até com blusa fechada. Meus cabelos são pretos, ondulados, caindo um pouco abaixo dos ombros, e no meio de um domingo abafado e quente de churrasco, a última coisa que eu queria era estar cheia de pano. Estava vestindo apenas uma calcinha fio dental de renda vermelha meio surrada e um roupão frouxo de cetim que não cobria quase nada — no primeiro movimento que eu fazia, os peitos ameaçavam pular para fora do decote.

O meu marido tinha bebido todas, como sempre e desmaiou roncando no sofá da sala, totalmente apagado. Sobrou para mim arrumar a bagunça da cozinha. Eu estava de costas, debruçada na pia ensaboando uns copos, sentindo o calor insuportável daquela tarde, quando ouvi passos lentos no piso.

Era o Rodrigo, meu cunhado. Ele sempre me olhava com aquela fome velada nos almoços de família, mas nunca tinha tido coragem de dar um passo. Naquele dia, a bebida e o silêncio da casa mudaram tudo. Ele entrou na cozinha fingindo que ia pegar mais uma cerveja na geladeira, mas no caminho travou bem atrás de mim. Dava para sentir o calor do corpo dele e um cheiro forte de perfume misturado com suor e cerveja.

— O Tiago dormiu feio lá na sala, Rê… — ele murmurou com a voz rouca, encostando a boca quase no meu pescoço.

— Ficou acabado, coitado — respondi, sem me virar de propósito, só rebolando de leve o rabo enquanto esfregava a louça.

Eu sabia o efeito que causava. ele não aguentou. Senti as mãos grandes e calosas dele segurarem a minha cintura com força, puxando meu quadril contra a frente da calça dele. Puta merda, o pau dele já estava duro feito pedra, esbarrando direto na minha bunda por cima do cetim.

— Você sabe que me deixa doido com esse roupão, né? Não aguento mais olhar para essa sua bunda sem poder pegar — ele sussurrou, enfiando a mão por baixo do pano de cetim e apertando a minha coxa grossa.

A minha buceta piscou na hora, ensopando a calcinha. Não fiz nenhum esforço para me afastar. Virei o rosto para trás e encarei ele com olhar de pura safadeza. Ele puxou a corda do meu roupão de uma vez e a peça se abriu inteira, deixando meus peitos fartos e pesados completamente expostos, balançando no ar, com os bicos bem durinhos de tesão.

Rodrigo soltou um palavrão baixinho, babando de tesão. Ele segurou meus dois peitos com as mãos, apertando com força, enterrando a cara no meu decote e lambendo a minha pele quente com vontade. Enquanto sugava o bico do meu peito direito, a mão livre dele desceu rasgando a minha calcinha para o lado. Os dedos dele já saíram melados, deslizando direto na minha xota que estava fervendo e pingando de tão molhada.

— Caralho, você tá ensopada… tava querendo, né, sua safada? — ele rosnava no meu ouvido.

— Chupa logo essa porra antes que ele acorde, Rodrigo — ordenei, sem vergonha nenhuma na cara.

Ele não pensou duas vezes. Se ajoelhou ali mesmo no chão frio da cozinha e meteu a cara direto no meio das minhas pernas. Que língua deliciosa. Ele abriu meus lábios grossos com os dedos e começou a lamber a minha buceta de baixo para cima, dando lambidas compridas, enfiando a ponta da língua bem no meu buraco e depois chupando meu clitóris com força. Eu tive que segurar na borda da pia para não cair, cravando as unhas no inox enquanto tentava prender o gemido na garganta. A sensação da língua quente dele me arrombando suavemente enquanto meu marido dormia na sala ao lado era a coisa mais proibida e gostosa do mundo.


Não aguentei dois minutos e gozei forte na boca dele, jogando o quadril para frente e sujando a cara dele toda com o meu leite.

Rodrigo levantou puxando o zíper da calça jeans com pressa. O pau dele pulou para fora, uma pica grossa, veia saltada, cabeçudo... Ele me virou de costas para a pia sem pedir licença, empurrou minha bunda para cima e me colocou de quatro sobre o balcão.

— Ajeita esse rabo aqui que eu vou te arrombar — ele falou no meu ouvido, segurando meu cabelo com força.

Ele nem usou camisinha. Alinhou a cabeça da pica na minha xota molhada e meteu de uma vez.
— Ahhh! — o estalo do meu quadril batendo no dele ecoou na cozinha.

A pica dele entrou rasgando de tão grossa, mas como eu estava completamente ensopada, deslizou até o fundo, batendo direto no meu útero. A sensação de ter aquele cacete enorme me preenchendo inteira me fez perder o ar. Rodrigo começou a meter sem dó, numa batida seca, rápida e violenta.
Minha bunda estalava na coxa dele num barulho alto de sacanagem,
enquanto meus peitos grandes balançavam sem parar por cima da pia, batendo nas louças.

— Gostosa! Puta! Que buceta apertada do caralho! — ele sussurrava, totalmente fora de si, me esfolando por dentro.

— Mete, Rodrigo! Soca essa pica funda na sua cunhada, vai! Soca tudo! — eu pedia baixinho, completamente louca de tesão, rebolando para encontrar a rola dele a cada estocada.

Ele mudou o ângulo, puxou meu quadril mais alto e começou a socar com mais força ainda, enterrando o cacete até o final.

— Vou gozar, Rê… vou encher essa sua buceta de porra! — ele avisou, acelerando as metidas numa velocidade insana, me arrebentando por dentro.

— Goza dentro! Goza porra! — gritei num sussurro desesperado.

Ele deu mais três metidas violentas, cravando os dedos nas minhas nádegas grossas, e parou no fundo. Senti o pau dele dar várias pulsadas fortes e jatos quentes de porra começaram a inundar o fundo da minha buceta. Ele gozou muito, dando grunhidos baixos de alívio, despejando aquele leite quente todinho dentro de mim. O calor do esporro dele lá no fundo me fez entrar em choque e eu gozei junto pela segunda vez, apertando a pica dele com a minha bucetinha.

Continue Ouvindo

Uma rua escura e estreita à noite, iluminada por postes de iluminação amarelada e neblina densa. No centro, o perfil da silhueta de um casal se abraçando e se beijando apaixonadamente, encostados na lateral de uma viatura policial antiga.

Emrrabada por um policial em um beco escuro

Fale Conosco

Tem alguma sugestão, ideia de história ou encontrou algum problema? Envie uma mensagem!