O namorado da minha irmã me comeu pra eu me vingar dela
Nesse conto com gemidos, você vai ver o que eu fiz para minha irmã que gastou meu cartão sem pedir.
Eu ainda estava fervendo de raiva quando cheguei do curso. Eu só tinha vinte anos e estava batalhando para pagar a minha faculdade de Design, trabalhando meio período num café, enquanto a minha irmã mais velha vivia como se fosse herdeira de fortuna. Foi aí que, conferindo o extrato do meu cartão, vi o estrago: ela tinha torrado quase todo o meu limite num site de roupas de luxo sem me pedir. Aquilo foi a gota d’água. Eu já estava farta dela achar que eu era a caçula que servia de capacho, e quando vi o Adriano, o "namoradinho" perfeito dela, parado na sala da nossa casa enquanto esperava ela terminar de se arrumar no salão de beleza da rua, a minha mente maliciosa traçou um plano imediato.
Eu entrei na sala bufando, ainda com o short jeans de cintura alta que apertava a minha buceta e destacava o desenho da minha bunda, e uma blusinha de alcinha branca que deixava meus peitos pequenos e empinados, com os mamilos marcando o tecido fino, bem à vista. Eu sabia que ele me olhava. Ele sempre olhava. Sempre que a Karina virava as costas, eu sentia os olhos dele queimando sobre o meu rabo, que é avantajado e empinado, contrastando com as minhas pernas torneadas de quem faz academia.
— A Karina ainda demora? — perguntei, deixando a bolsa cair no sofá e me sentando de um jeito que a saia do short subisse um pouco mais, expondo minhas coxas.
Adriano estava bebendo um uísque, com a camisa polo preta bem justa, delineando os músculos dos braços e do peito. Ele tirou o copo dos lábios e me encarou com aquela fome que eu já conhecia. Ele não era bobo. Ele sabia exatamente o que eu estava fazendo.
— Ela disse que já está terminando — ele respondeu com a voz rouca, sem tirar os olhos do meu colo. Conversamos por alguns minutos, e ele ficou assombrado com o que ela havia feito quando falei sobre o cartão.
Quando percebi que ele estava interessado, eu me levantei devagar, andando até ficar bem na frente dele. Eu não usava sutiã e a minha calcinha era uma tira de fio dental preta que mal cobria o essencial. Eu queria que a Karina chegasse e visse o estrago, ou que pelo menos sentisse o gosto da minha vingança. Coloquei as mãos nos ombros dele e senti a rigidez do corpo masculino. Adriano largou o copo no centro da mesa e, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, me puxou com força pelo quadril.
Ele não era de enrolar; em segundos, ele havia me empurrado para o sofá, forçando meus ombros para que eu deitasse de costas. Em seguida, começou a passar as mãos pelo meu corpo, desabotoando meu short, que ele tirou com um puxão brusco, trazendo junto minha calcinha.
A porta da sala estava encostada, se minha irmã chegasse, iria pegar nós dois no flagra; embora meu objetivo fosse me vingar, saber que poderíamos ser descobertos começou a me dar tesão.
Sem dizer uma palavra, ele desabotoou a calça dele e libertou uma pica grossa e dura. Eu nem esperei. Abri minhas pernas e senti o ar frio da sala bater na minha xota já quente e úmida, pronta para ser penetrada.
— Você está doida para dar, não é? — ele rosnou, me segurando pelos pulsos e me pressionando contra as almofadas. Em seguida, posicionou minhas pernas nos ombros dele, me segurando pela parte de trás das coxas.
Eu não respondi. Apenas ergui o quadril e direcionei a cabeça do pau dele para a minha entrada. Ele entrou de uma vez, rasgando, tão fundo que eu soltei um grito abafado. A sensação de preenchimento era absoluta. Ele começou a socar sem dó, num ritmo frenético que fazia o sofá ranger alto. Eu sentia cada estocada batendo no fundo da minha alma, uma dor misturada com um prazer obsceno que me fazia cravar as unhas no couro do sofá.
A cada metida, meus peitos pulavam. Ele me olhava com uma cara de tesão, um desejo selvagem que não era por amor, era posse. Eu me vingava da minha irmã a cada centímetro de piroca que ele enfiava em mim. Minha buceta sugava o pau dele, apertando, travando, enquanto ele perdia a linha, ofegando no palavrões que me deixavam ainda mais excitada.
Ele estava me fudendo que nem um animal, suas mãos apertando as minhas pernas enquanto ele metia com força. Eu gemia, arqueando as costas e deixando o quadril seguir o embalo bruto dele.
O ritmo foi aumentando, ele começou a socar com mais força, enquanto eu pedia mais, sentindo o suor escorrer pelo meu rosto. Eu sentia o meu corpo inteiro pulsar, a tremedeira subindo pelas pernas até a minha cabeça. Ele deu uma série de estocadas finais, mais rápidas, mais brutais, antes de finalmente gozar. Senti o jato de porra quente dele jorrando dentro de mim, uma, duas, três vezes, latejando contra as paredes da minha xota.
Quando ele soltou minhas pernas e se afastou, suado e ofegante, eu ouvi o som de passos que se aproximavam da porta. Eu fiquei lá deitada, sentindo o líquido quente escorrer pela minha coxa, o coração disparado e um sorriso vitorioso no rosto. A Karina podia gastar o meu cartão, mas naquele momento, eu tinha acabado de tirar algo dela que ela jamais conseguiria comprar de volta.
Eu entrei na sala bufando, ainda com o short jeans de cintura alta que apertava a minha buceta e destacava o desenho da minha bunda, e uma blusinha de alcinha branca que deixava meus peitos pequenos e empinados, com os mamilos marcando o tecido fino, bem à vista. Eu sabia que ele me olhava. Ele sempre olhava. Sempre que a Karina virava as costas, eu sentia os olhos dele queimando sobre o meu rabo, que é avantajado e empinado, contrastando com as minhas pernas torneadas de quem faz academia.
— A Karina ainda demora? — perguntei, deixando a bolsa cair no sofá e me sentando de um jeito que a saia do short subisse um pouco mais, expondo minhas coxas.
Adriano estava bebendo um uísque, com a camisa polo preta bem justa, delineando os músculos dos braços e do peito. Ele tirou o copo dos lábios e me encarou com aquela fome que eu já conhecia. Ele não era bobo. Ele sabia exatamente o que eu estava fazendo.
— Ela disse que já está terminando — ele respondeu com a voz rouca, sem tirar os olhos do meu colo. Conversamos por alguns minutos, e ele ficou assombrado com o que ela havia feito quando falei sobre o cartão.
Quando percebi que ele estava interessado, eu me levantei devagar, andando até ficar bem na frente dele. Eu não usava sutiã e a minha calcinha era uma tira de fio dental preta que mal cobria o essencial. Eu queria que a Karina chegasse e visse o estrago, ou que pelo menos sentisse o gosto da minha vingança. Coloquei as mãos nos ombros dele e senti a rigidez do corpo masculino. Adriano largou o copo no centro da mesa e, antes que eu pudesse falar qualquer coisa, me puxou com força pelo quadril.
Ele não era de enrolar; em segundos, ele havia me empurrado para o sofá, forçando meus ombros para que eu deitasse de costas. Em seguida, começou a passar as mãos pelo meu corpo, desabotoando meu short, que ele tirou com um puxão brusco, trazendo junto minha calcinha.
A porta da sala estava encostada, se minha irmã chegasse, iria pegar nós dois no flagra; embora meu objetivo fosse me vingar, saber que poderíamos ser descobertos começou a me dar tesão.
Sem dizer uma palavra, ele desabotoou a calça dele e libertou uma pica grossa e dura. Eu nem esperei. Abri minhas pernas e senti o ar frio da sala bater na minha xota já quente e úmida, pronta para ser penetrada.
— Você está doida para dar, não é? — ele rosnou, me segurando pelos pulsos e me pressionando contra as almofadas. Em seguida, posicionou minhas pernas nos ombros dele, me segurando pela parte de trás das coxas.
Eu não respondi. Apenas ergui o quadril e direcionei a cabeça do pau dele para a minha entrada. Ele entrou de uma vez, rasgando, tão fundo que eu soltei um grito abafado. A sensação de preenchimento era absoluta. Ele começou a socar sem dó, num ritmo frenético que fazia o sofá ranger alto. Eu sentia cada estocada batendo no fundo da minha alma, uma dor misturada com um prazer obsceno que me fazia cravar as unhas no couro do sofá.
A cada metida, meus peitos pulavam. Ele me olhava com uma cara de tesão, um desejo selvagem que não era por amor, era posse. Eu me vingava da minha irmã a cada centímetro de piroca que ele enfiava em mim. Minha buceta sugava o pau dele, apertando, travando, enquanto ele perdia a linha, ofegando no palavrões que me deixavam ainda mais excitada.
Ele estava me fudendo que nem um animal, suas mãos apertando as minhas pernas enquanto ele metia com força. Eu gemia, arqueando as costas e deixando o quadril seguir o embalo bruto dele.
O ritmo foi aumentando, ele começou a socar com mais força, enquanto eu pedia mais, sentindo o suor escorrer pelo meu rosto. Eu sentia o meu corpo inteiro pulsar, a tremedeira subindo pelas pernas até a minha cabeça. Ele deu uma série de estocadas finais, mais rápidas, mais brutais, antes de finalmente gozar. Senti o jato de porra quente dele jorrando dentro de mim, uma, duas, três vezes, latejando contra as paredes da minha xota.
Quando ele soltou minhas pernas e se afastou, suado e ofegante, eu ouvi o som de passos que se aproximavam da porta. Eu fiquei lá deitada, sentindo o líquido quente escorrer pela minha coxa, o coração disparado e um sorriso vitorioso no rosto. A Karina podia gastar o meu cartão, mas naquele momento, eu tinha acabado de tirar algo dela que ela jamais conseguiria comprar de volta.
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O Amigo do Meu Irmão comeu meu cuzinho pra guardar meu segredo
Fui Pega de Jeito pelo Meu Cunhado no balcão da cozinha
Cheguei da balada bêbada e meu vizinho me comeu no sofá dele
Um desconhecido arrombou meu cuzinho no banco da praça
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