Mulher assustada de regata molhada no chuveiro. Figura sombria atrás do vidro.

O Amigo do Meu Irmão comeu meu cuzinho pra guardar meu segredo

Feminina anal | chuveiro | chantagem
Ter que dar meu cuzinho pra que ninguém descobrisse o que eu fazia foi uma das coisas mais gostosas, porém mais difíceis que já fiz.
Sempre fui a garotinha certinha da família. Daquelas de vinte e um anos com cara de santa, pele clarinha e um sorriso discreto que faz qualquer um achar que eu nunca falei um palavrão na vida. Mas quem me olha assim, baixinha, com meu cabelo castanho comprido caindo até a bunda e esse meu corpo magrinho de menina, nem imagina o que eu apronto quando fico sozinha. Por baixo das minhas roupas comportadas, eu escondo um par de peitinhos pequenos e duros — daqueles que mal enchem um sutiã 40 —, uma marquinha de biquíni bem desenhada e um segredo que me rende muito dinheiro: eu sou a PequenaVip no OnlyFans.

Na internet, eu vendo foto de calcinha fita, vídeo me masturbando e cobrança alta pra mostrar meu cuzinho bronzeado. Mas ali, na casa de praia que meu irmão alugou com os amigos pro fim de semana no litoral, eu era só a garota tímida. Fingi uma dor de cabeça insuportável depois do almoço só pra fugir do mormaço da praia, largar o pessoal lá e voltar sozinha pra casa. Eu só queria um banho gelado e um pouco de paz.

Tranquei a porta do banheiro, tirei o shortinho jeans curto e a regatinha branca sem sutiã que eu estava usando. Por baixo, eu vestia uma calcinha de renda preta minúscula, bem enfiada no meu rabo, que já estava ensopada de suor e tesão só de pensar na liberdade de ficar pelada. Entrei debaixo do chuveiro, deixando a água lavar o sal da pele e escorrer pelos meus peitos pontudos.

A sensação da água caindo no meu corpo pelado me deu uma vontade absurda de me tocar. Apoiei uma das mãos no azulejo gelado, fechei os olhos e passei a outra mão cheia de sabonete líquido pela minha bucetinha, deslizando os dedos no meu clitóris que já estava inchado e duro. Eu estava ali, dando os primeiros suspiros baixinhos, sentindo minha xota piscar de tesão no meio do banho, quando escutei um estalo vindo de fora do box.

Um barulho de passos na cerâmica do banheiro. A porta da casa tinha sido aberta.

Abri os olhos assustada e limpei o rosto molhado. Pelo vidro embaçado do box, vi a silhueta alta e forte do Marcos, o amigo mais velho do meu irmão. Ele tinha uns vinte e oito anos, ombros largos e aquele ar de folgado que sempre me deixava desconfortável.

— Marcos? O que você tá fazendo aqui? Sai do banheiro, eu tô pelada! — gritei, cobrindo meus peitos pequenos com os braços e me encolhendo no canto do chuveiro.

Ele não deu um passo pra trás. Em vez disso, deu uma risada baixa, cínica, e encostou na pia, tirando o celular do bolso do calção de praia.

— Relaxa, PequenaVip... Não precisa fingir essa cara de santa comigo — ele falou, virando a tela do celular pro vidro.

O meu coração quase saiu pela boca. Na tela do celular dele estava a foto do meu rabo bronzeado, usando a mesma calcinha de renda preta, direto do meu perfil do OnlyFans.

— Como... como você achou isso? — gaguejei, sentindo um arrepio de pavor subir pela espinha, misturado com uma pontada bizarra de tesão ao ver o olhar de fome dele sobre o meu corpo pelado.

— Eu reconheci essa sua marquinha de nascença na coxa no primeiro vídeo que vi — ele disse, dando dois passos na minha direção. — Imagina se o seu irmão ou seus pais descobrem o que a garotinha certinha faz na internet?

— Por favor, Marcos... Não conta pra ninguém! O que você quer? — pedi, trêmula, enquanto a água continuava caindo sobre mim.

Ele não respondeu nada com palavras. Só abriu a porta do box sem pedir licença e entrou debaixo do chuveiro com roupa e tudo, me encarando de cima a baixo com um olhar puro de desejo sujo.


Tirando a roupa em movimentos bruscos, ele se aproximou por trás, um pau cheio de veias balançando na minha direção.

— Você gosta de se exibir na internet, né? Agora vai ver o que é um pau de verdade — ele sussurrou no meu ouvido, com a voz rouca, enquanto se posicionava por trás de mim..

Ele passou a mão grossa e cheia de sabão pelo meu corpo, descendo direto pra minha xota. Os dedos dele apertaram meus lábios molhados com força, esfregando o clitóris sem dó enquanto a água do chuveiro caía na nossa cabeça. Eu soltei um gemido baixo, tentando me segurar na parede, sentindo a cabeça do pau duro dele cutucando a entrada do meu rabo por trás.

— Encosta a cabeça no azulejo e segura firme... Não vai entrar fácil sem sabão — ele rosnou, lambuzando a cabeça da pica e empurrando a ponta na entrada do meu rabo seco. Soltei um gemido abafado com o ardor inicial, sentindo a pele esticar.

Ele não teve pena de mim, começou a meter a rola no meu rabo sem piedade.

Ardia muito! Parecia que ele estava rasgando o meu cuzinho... Aquela rola entrava e saía sem dó.

Eu nunca tinha sido comida assim por ninguém. Ele me segurava com força e por mais que eu reclamasse de dor no cuzinho, ele continuava socando tudo.

Eu sabia que não conseguiria gozar... Estava ficando gostoso, mas o ritmo das estocadas dele estavam rasgando o meu rabo... Então comecei a rebolar a bunda pra ver se ele gosava logo.

Sem aviso, senti a pica dele inchar e me arregaçar ainda mais, antes de um jato de leite quente me inundar. Ele continuou metendo por algum tempo, mas o pior já havia passado.

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