Mulher de blusa preta na calçada à noite, acenando para um carro.

Puta por uma noite pra satisfazer o fetiche do meu marido

Feminina casada | marido | puta | fetiche | carro
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Meu marido queria me ver na esquina, pra me comer como um cliente, mas outro homem fez o serviço e eu adorei!
O calor daquela noite de sexta-feira em São Paulo estava insuportável, grudando na pele, mas o que me deixava com as pernas bambas nem era a temperatura, era a maluquice em que o meu marido tinha me metido. Olhei de soslaio para o retrovisor do carro dele, estacionado na penumbra daquela rua mal iluminada do centro velho, sabendo que ele estava lá dentro com o celular na mão, ouvindo cada segundo da minha humilhação.

Quando ele me deixou na esquina, eu estava extremamente nervosa. Me chamo Vanessa, tenho trinta e seis anos, sou daquelas morenas de corpo violão, com coxas grossas que mal cabem em calça justa e uma bunda empinada. Eu não estava usando sutiã, e meus peitos, com aqueles mamilos duros e pontudos, estufavam o tecido colado do meu top preto de alcinha. E a melhor parte — ou a pior, dependendo de quem visse — era que eu tinha saído de casa totalmente pelada por baixo daquela minissaia tão curta que qualquer brisa mais forte já mostrava a minha xota.

Alguns carros passaram e buzinaram, e cada vez que eu via os faróis de um novo veículo meu coração pulava de medo e tesão. Eu sempre gostei de me exibir, mas nunca tinha feito uma loucura desse tipo.

A ideia era cobrar um valor absurdo, que nenhum homem aceitaria pagar, e depois meu marido chegaria como um cliente, e me levaria embora. Mas o destino quis me foder de verdade.

Um sedã cinza encostou devagar na calçada, bem do lado do poste onde eu estava escorada. O motorista abaixou o vidro. Era um cara comum, na casa dos quarenta, não parecia ser o tipo de homem que eu imaginaria que fosse aceitar pagar pelos serviços de uma prostituta.

— Quanto? — ele perguntou, a voz grossa e direta, sem rodeios.

Eu engoli em seco, lembrando da orientação do meu marido para chutar alto e mandar o cara vazar. Joguei o cabelo para o lado, tentei manter a pose de puta experiente e soltei o número mais absurdo que passou pela minha cabeça.

Eu achava que ele ia rir, me xingar e arrancar com o carro. Mas o homem não pensou meio segundo. Ele tirou a carteira do bolso do casaco, puxou várias notas, amassou o bolo de dinheiro e estendeu para fora da janela, segurando firme com os dedos grossos.

Eu travei... não sabia o que dizer, nem o que fazer. O homem saiu do carro, deixando a porta aberta e parou ao meu lado, tocando meus seios com a ponta dos dedos.

— Não precisa ficar nervosa. Muitas garotas que atendem apenas em casas de massagem decidem tentar trabalhar na rua... Só guarda esse dinheiro antes que passe alguém e roube a gente.

Meu coração estava disparado. Olhei rapidamente para onde sabia que meu marido estava, esperando que ele fizesse alguma coisa, mas ele continuou lá, dentro do carro... não sei se estava apavorado ou excitado, mas percebi que ele não iria intervir.

Enquanto eu ainda tentava processar o que estava acontecendo, o homem começou a passar as mãos pelo meu corpo, beijando meu pescoço enquanto apertava minha bunda que a roupa curta não escondia.

O medo e a safadeza estavam brigando na minha cabeça... mas uma parte de mim não acreditava que aquilo realmente estava ocorrendo. Abrindo a porta de trás do carro, ele me empurrou gentilmente e eu meio que sentei, meio que deitei no banco de couro,ficando com metade do corpo para fora do veículo.

O homem se inclinou sobre mim no carro, puxando meu top para cima para liberar meus peitos. Eu sentia o calor dele, o cheiro de perfume misturado com menta, e o meu corpo começou a responder àquela situação. Ele não perdeu tempo. Começou a beijar minha pele, sua língua mordiscando meus mamilos e suas mãos explorando o meu corpo.

— Você é linda, gostosa, deliciosa... — ele sussurrava no meu ouvido, enquanto suas mãos subiam pela minha minissaia, acariciando minhas coxas grossas e quentes. Ele desceu a mão, abrindo minhas pernas e mergulhando os dedos na minha buceta.

— Nossa, você tá molhadinha, cheirosa... — ele gemeu, enquanto seus dedos se moviam com habilidade, explorando minha xota.

Eu gemi em resposta, arqueando as costas, sentindo uma onda de prazer se espalhar pelo meu corpo. Ele continuou me tocando, me acariciando, me chupando o pescoço, enquanto eu me entregava àquela sensação.

— Fica de quatro pra mim! Quero comer você agora!

Eu obedeci, ficando de quatro no banco de couro. Ele se ajeitou atrás de mim, e eu senti a ponta do pau dele tocando a minha entrada. Colocando um dedo no meu clitóris, ele começou a empurrar o pau devagar.

Eu gemi, sentindo o pau dele penetrando a minha buceta, alargando os meus músculos, preenchendo todo o espaço. Ele começou a se mover, devagar no início, depois com mais força, mais rápido, mais fundo.

— Ah, gostosa, fode, fode! — ele gritava, enquanto seu pau entrava e saía da minha buceta com força e intensidade.

Eu gemia, gritava, arranhava o banco, sentindo o prazer me consumir, me invadir, me dominar. Ele continuou se movendo, metendo com força... Socando a rola na minha xota... me arrombando... me fodendo enquanto meu marido ouvia tudo pelo celular.

— Ah, meu Deus, eu vou gozar! — ele gemeu, intensificando o ritmo, se aproximando do clímax.

— Goza! — eu gritei, sentindo o meu próprio orgasmo se aproximando, se misturando com o dele.

Ele gozou, sua porra quente e viscosa enchendo a minha buceta, me fazendo tremer, me fazendo gemer, me fazendo sentir a mulher mais excitada, a mulher mais gostosa, a mulher mais fodedora do mundo.

— Ah, que delícia, que gostosa, que mulher! — ele sussurrou, ofegante, ainda me comendo... enquanto eu empurrava a bunda pra trás, sentindo o prazer me percorrer, me preencher, me completar.

Quando ele terminou, eu tinha gozado de novo. Ele me deu a mão para me ajudar a levantar, deu um beijo no meu rosto, antes de entrar no carro e ir embora.

Eu fiquei lá, sentindo a porra dele nas minhas coxas,enquanto o carro sumia na escuridão.

Olhei para o retrovisor do carro do meu marido e comecei a rir... uma risada nervosa, safada, excitada, sabendo que aquela noite tinha sido uma das melhores, uma das mais loucas, uma das mais inacreditáveis da minha vida.

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